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Segunda-feira, 23 de Junho de 2008

Melô dos Crentes pelo Brasil

Melô do Crente Incendiário:
Incendeia Senhor a Sua noiva
Incendeia Senhor a Sua Igreja
Incendeia Senhor a Sua casa
Vem me incendiar...

Melô do Crente Incendiário [2]
Me queima com brasa viva
Me queima com brasa viva
Me queima com brasa vida do altar...

Melô do Crente Incendiário [3]
Senhor me queima com brasa do altar
Senhor estou aqui pode me queimar ...

Melô do Crente Mandão
Põe um anjo aqui Senhor
Põe um ajo lá
Põe um la porta e outro no altar...

Melô do Crente Transplantado
Recebi um novo coração do Pai
Coração Regenerado...


Melô do Crente Escolhendo Carro
Ooh Alfa, Omega....

Melo do Crente Atrasado
Quando eu cheguei aqui
Meu Senhor ja estava
Quando eu cheguei
Meu Senhor ja estava..

Sábado, 7 de Junho de 2008

Análise bíblica de "canções evangélicas" : "Deus de promessas"

No Post a seguir, Pastor Ciro [Blog do Ciro] faz uma analise bíblica da Musica Deus de Promessas. Vale a pena conferir, todo texto foi extraído do Blog do mesmo.

Neste artigo, analiso a composição “Deus de promesas”. Prepare-se para se surpreender...

Sei que os teus olhos sempre atentos permanecem em mim.
Gostei da maneira como a letra começa, dirigindo-se a Deus: “teus olhos”. Isso é raro hoje em dia. A maioria das composições “evangélicas” são voltadas para o ser humano: “Você é isso e aquilo”, “Profetize a sua vitória”, “Hoje o meu milagre...”, etc. É inteiramente bíblica a afirmação de que os olhos do Senhor estão sempre atentos sobre nós (Pv 15.3; 2 Cr 7.14,15).

E os teus ouvidos estão sensíveis para ouvir meu clamor.
Isso também está de acordo com as Escrituras (2 Cr 7.14,15; Jr 33.3; 29.13; Mt 7.7,8).

Posso até chorar. Mas a alegria vem de manhã.
De fato, “O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã” (Sl 30.5).

És Deus de perto e não de longe.
Esta frase da composição em análise é a mais debatida pelos críticos. Se a analisarmos isoladamente, ela entra em choque com Jeremias 23.23. No entanto, é preciso ser coerente e interpretá-la à luz do contexto da composição. Este afirma que Deus está perto, no sentido de ouvir, atender aqueles que o buscam. Nesse caso, há sim base na Bíblia para essa afirmação, haja vista a própria Palavra de Deus dizer: “Perto está o Senhor de todos os que o invocam” (Sl 145.18). Leia também Isaías 55.6 e Salmos 119.151.

Nunca mudastes, Tu és fiel.
Aqui há um erro (um errinho) gramatical, para ser justo. O correto é “mudaste”, e não “mudastes”. Quanto ao enunciado, é bíblico, pois o Senhor nunca mudou mesmo (Ml 3.6; Hb 13.8). Mas a sua imutabilidade é em relação ao seu caráter santo e justo, uma vez que Ele pode mudar no sentido de não cumprir algo em favor de alguém que dEle se afasta (2 Cr 15.2; Tg 4.8). Deus é sempre o mesmo em seu caráter; nunca muda quanto à sua fidelidade (2 Tm 2.13).

Deus de aliança, Deus de promessas.
Que Ele é um Deus que faz alianças e promessas não há dúvidas. Que tal ler o livro de Gênesis? Veja os capítulos 9 e 12, por exemplo. E a aliança que Ele fez com Israel? E a promessa do derramamento do Espírito? E a Segunda Vinda de Cristo?

Deus que não é homem pra mentir.
Ao longo das páginas sagradas vemos um Deus Fiel, incapaz de mentir. Em Número 23.19 está escrito: “Deus não é homem para que minta”. Jesus disse que é a Verdade (Jo 14.6), e o crente deve estar firmado nEle. Como cada uma das Pessoas da Trindade formam um único Deus, todas as três são mencionadas como sendo “o Deus verdadeiro” ou “a Verdade” (Jo 17.3; 1 Jo 5.20; Jo 14.17).

Tudo pode passar, tudo pode mudar, mas Tua palavra vai se cumprir.
A Palavra do Senhor nunca volta vazia (Is 55.10,11). Daí o Senhor ter dito que vela por ela, a fim de cumpri-la (Jr 1.12). Hoje, muitos se firmam em “pensamentos”, “opiniões”, “sonhos”, mas não valorizam a Palavra de Deus! Jesus foi bem claro quanto a isso: “O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar” (Mt 24.35). Note: “palavras” (cf. também 1 Pe 1.24,25).

Posso enfrentar o que for.
De fato, se estivermos em Cristo, podemos todas as coisas naquEle que nos fortalece (Fp 4.13; Ef 6.10).

Eu sei quem luta por mim.
Veja que coisa maravilhosa quando um compositor de fato segue a Bíblia! Ainda que eu quisesse, não poderia reprovar a letra em apreço, haja vista enfatizar que o Senhor é o nosso Ajudador (Hb 13.5,6); Ele luta por nós e ao nosso lado, pois somos soldados dEle (2 Tm 4.3,4). Como disse Paulo, “eu sei em quem tem crido” (2 Tm 1.12).

Seus planos não podem ser frustados.
Compositores que seguem aos modismos da atualidade diriam: “Seus sonhos não podem ser frustrados”, mas a letra diz “Seus planos...” Está de acordo com Provérbios 16.1,2.

Minha esperança está nas mãos do grande Eu sou.
Confiamos mesmo no grande Deus “Eu Sou” (Êx 3.14; Jo 8.58), pois as suas mãos estão estendidas sobre os que o buscam com sinceridade (Is 14.27; 59.1,2; At 4.28-31).

Meus olhos vão ver o impossível acontecer.
Diante de todo o contexto da composição em análise, a sua última frase reveste-se de importante significação, sendo coerente e biblicamente fundamentada. Quando de fato estamos na presença do Senhor, sendo-lhe obediente, contemplamos, pela fé, coisas grandes e impossíveis (Hb 11.1; Jr 33.3; Jo 1.50,51).

Em Cristo,

Ciro Sanches Zibordi

Quinta-feira, 15 de Maio de 2008

Louco - João Alexandre por Leo Chaves e Renato Komeih



A vida, minha vida, era muito doida,
Baseado noite e dia;
Baseado nessas coisas que eu te digo,
Sai dessa ô meu, que é mais do que vazia.
O homem vai e vem nessa procura e não se encontra,
Sai dessa lontra e volta pro que é seu,
Pois Deus quando te fez não te criou pra isso,
Sai dessa, o bicho, onde se perdeu.

Louco, essa noite pedirão a tua alma,
Vem com calma, sai do trauma,
Tem alguém batendo palma por te ver assim;
É, de que valeu a tua vida desvairada,
Pé na estrada, deu em nada,
E a mochila carregada dos pecados teus.

Bem mais louco do que tudo que você já conheceu
É o amor daquele que na cruz morreu,
Perdoando seus pecados, nova vida ofereceu,
Pra tirar dessa loucura gente como você e eu.

Louco, essa noite pedirão a tua alma,
Vem com calma, sai do trauma,
Tem alguém batendo palma por te ver assim; É, de que valeu a tua vida desvairada,
Pé na estrada, deu em nada,
E a mochila carregada dos pecados teus.

Sexta-feira, 2 de Maio de 2008

Son of God - Filho de Deus

Uma delícia de música. Letra e melodia congregacional. Apreciem...

Sábado, 19 de Abril de 2008

Musica do Falso Crente

Em uma daquelas programações de um Acampamento, aparece um sujeito com essa peróla da Musica do falso Crente. Salvo as proporções, eu achei bom!!

Assistam!

Segunda-feira, 31 de Março de 2008

Testemunho: Como Farol...

Quero apenas certificar que Deus usa de meios que sequer imaginamos para alcançar as almas. A seguir vc poderá conferir um dos metódos infinitos de Deus para lançar a semente. Acompanhe o vídeo abaixo:


Sexta-feira, 28 de Março de 2008

Baratização da Musica

"Chamando a si o povo e seus discípulos, ele lhes disse: se alguém vir após mim, que renuncie a si mesmo, carregue a sua cruz e siga-me; Marcos 8:34

Introdução.
Nestes dias estive refletindo sobre a musica na igreja e notei um fato interessante para abordar. O crescimento considerável de bandas, ministérios, coros, acapelas ou qualquer tipo de grupo musical. Na primeira reflexão, pensei de uma forma otimista sobre esse crescimento, pois houve uma valorização da música gospel e como conseqüência disso houve o crescimento acentuado de pessoas que queiram fazer parte da música em suas congregações. Mas de um ponto de vista mais amplo, pensei no alvo da existência de seguidores de Jesus que não trabalham para o propósito de seus próprios desejos, mas seguem fielmente o legado que Jesus nos deixou.

Sem dúvida essa valorização trouxe vários benefícios tais como a diversidade e facilitação da produção de mídias. Por outro lado veremos que a falta de orientação adequada quanto a musica gospel e o seu fim, trouxe-nos inúmeros problemas quanto a identidade crista. A motivação das pessoas não está na essência do significado de fazer música como missão do evangelho, mas sim no desejo vaidoso de se realizar pessoalmente. A ilusão de querer fazer a obra do Senhor é apenas uma desculpa para um desejo pessoal de realização e uma oportunidade para que esta realização aconteça. Nada contra quem deseja a realização pessoal, porém ressalto que o problema é usar o Evangelho para seu próprio benefício.

Fica claro que não há renuncia neste sentimento, apenas houve uma transferência de foco. Ao invés de conquistar seu espaço profissionalmente através de determinação e talento, tentam fazer isso através de uma falsa santificação trazendo os anseios do meio “secular” para dentro da contexto cristão. Um mistura de falta de discipulado, engano e vaidade que aos poucos corrompe os ideais cristãos com mentiras mascaradas de verdade. Provocam um sentimento pretensioso ligado a ambição que só querem crescer em fama. Grupos que acreditam que a forma de ver seu trabalho reconhecido é ganhando o mercado com as vendas de CDs. São nessas coisas que se encontra uma apostasia sem limites e a deturpação de valores cristãos que só acarretam na falta de percepção e mundanização dos fundamentos da fé. Igrejas doentes que não sabem discernir o que a vida ministerial significa e usam de meios e artifícios mundanos, mentindo para si mesmos, para justificativa a existência.

Observando
Não é segredo entre os "cristãos" que a musica "gospel" tem sofrido certa queda de qualidade. Tem sido abordados assuntos como à falta de arte das canções, percepção, baratização e banalização da música Cristã. Quando conversamos com "cristãos" mais antigos a maioria sente um misto de sentimento por lembrar de sua época com grande referencia das canções carregadas de poesia, canções que ensinavam valores bíblicos, canções que podíamos cantar em comunidade. A lembrança se da pela deficiência, ou seja, existem poucas canções com temas que sugere comunhão, proclamação, testemunho, adoração, quebrantamento, hino do cantor cristão e arpa.

Atualmente as canções que tomaram espaço são as canções que tratam relação interna de sentimentos com o Criador na primeira pessoa. Celebração por qualquer motivo virou temática certa de CDs. Canções em poesias, sem arte, sem fundamentos, plágio e outras coisas.

Fundamentando
Entendo que se a arte musical gospel esta debaixo de um legado, ou seja, submissa a herança de um propósito maior, então não basta apenas nossa vontade, nosso talento, nossa determinação para fazer musica. Necessário é perceber as missões universais propostas pela Bíblia para todo o cristão e qual a vocação do Senhor para cada um aliado ao talento que ele concedeu. Sendo assim, fica claro que a musica não tem um fim em si mesma, unicamente deve funcionar como Missão do Propósito que lhe é ordenada, ou seja, a missão do Evangelho.

Criticando
Fica evidente que um dos grandes problemas da igreja Cristã é a sutil inversão de valores que as pessoas usam para justificar e motivar seus ministérios. Infelizmente com o crescimento desgovernado das Igrejas pelo Brasil e das mais diversas propagandas feitas na mídia para promoção do individuo, os aspirantes a "pop stars" do meio gospel enxergaram a oportunidade de um novo mercado. Surgiu então o espaço que muitos precisavam para suas realizações. Com a migração evidenciou um problema que até alguns anos atrás não esta visível. A falta de preparação espiritual adequada dos nossos músicos. Aqueles mesmos músicos que tocam na igreja que e que não tiveram nenhum treinamento para exercer sua função. Antes, Impregnam musicalmente nas suas congregações seu gostos próprios, missões personalizadas e fundamentadas em si mesmas, criam direções sem entendimento e sem o foco adequado.

A partir do momento em que a indústria da música rotulou a música como "religiosa" e os próprios evangélicos passaram a procurar a mídia para se promoverem ao sucesso, se tornou imprescindível e imperativo que os músicos sejam treinados para discernir sua função, avaliar suas motivações e fundamentar seus ministérios em razões bíblicas. Este treino que faço referencia preciso ser espiritual, teórico-bíblico, teórico-musical e prático. Fruto de experiências com Deus e de uma realidade de vida completamente ligada a renuncia das coisas que são deste mundo. Nossa música deve ser distintamente diferente do mundo e deve representar quem nós somos e o que nós somos - Somos servos do Senhor que compõe a Igreja Dele nesta Terra. Por isso a música não pode apenas funcionar como uma função da igreja ou como uma arte que aspira na mídia a oportunidade de sucesso como objeto de sua existência, mas sim, que crêem que a musica funciona como arte e missão da Igreja. Ou seja: - Adoração, Proclamação, Testemunho, Educação, Serviço, Comunhão e Expressão.

Outro fator também derivado da falta de discipulado adequado é a baratização e banalização da música Cristã. Um escritor (não sei quem é) notou, há muitos anos atrás:
- "Tem havido uma mania considerável que coloca a igreja em comunhão com uma música barata e sem arte. O fator importante na questão é que o mal é maior do que isto, porque a música barata parece aliar-se naturalmente com textos banais, com pensamentos displicentes e inconseqüentes, se não absolutamente triviais e sentimentais." .

Concluindo
A reflexão deste texto é mostrar que alegoria criada pela valorização musical da Igreja, trouxe problemas pela falta de caracterização da nossa vida cristã. A maioria dos cristãos não são discipulados corretamentes e por isso não estão fundamentados para discernir as conseqüências.

Por isso, nunca devemos "rebaixar o nível da verdade, a fim de obter conversões, mas precisamos elevar o pecador corrupto à alta norma da lei de Deus." Jó pergunta: "Quem do imundo tirará o puro? Ninguém." (14:4); e o sábio acrescenta, em Provérbios 6:28 "Ou andará sobre as brasas sem que se queimem os seus pés?" (o texto em "Itálico" foi extraído do estudo Música na IASD: Questão de Gosto?)

Todo o conteúdo deste texto faz parte de observações e experiências do contexto da Igreja. Não serve como normas, mas como uma critica da musica eclesiástica. Espero que este texto leve os irmãos a auto-exame da realidade em nossos dias.

--
Daniel Moreira

Quinta-feira, 27 de Março de 2008

Versão "evangélica" da musica Creuuu!!!



Incrível a capacidade de aparecer essas coisas!!

Quinta-feira, 20 de Março de 2008

Superman



Nessas horas que eu me lembro
Que o sofrimento é um megafone
É Deus pra mim gritando que eu não sou o super-homem
Que eu sou de carne e osso que eu vou passar sufoco
Vou fazer o quê? Não vou esconder meu choro
Às vezes é mais fácil fingir, eu sei
Fazer de conta que tá tudo bem que tá tudo zen
Disfarçar que não tem nada dando errado
Mas eu não sou o superman

Se não fosse por Você eu jogava a toalha
Tenho visto tanta coisa errada nesta estrada
Muito falso herói se achando o tal
Iludido com aplausos, elogios... com o pedestal
Até eu já vacilei, dei bobeira, viajei
Esqueci que levo tombo como qualquer um
Esqueci que levo tombo, esqueci que sou normal
Alguém aqui é normal?

Eu sou diferente, igual a todo mundo
Sem Você eu não sou ninguém
Eu sou igual a todo mundo
Não existe superman

Eu vou insistir em Te acompanhar
Haja o que houver, acredite quem quiser
Mesmo tropeçando eu tô aprendendo
Tô descobrindo que pra tudo existe um tempo
Por isso eu tô na luta, tô sobrevivendo
São nessas horas que eu me lembro
Que às vezes eu machuco, às vezes me machuco
Explodindo por fora, explodindo por dentro
Mas eu tô aprendendo, tô aprendendo

Agora eu tô sabendo
Que o sofrimento é um megafone
É Deus pra mim gritando que eu não sou super-homem
Que eu sou de carne e osso que eu vou passar sufoco
Agora eu não esquento não vou esconder meu choro
Afinal eu sou um cara comum
Que também leva tombo como qualquer um
Que tropeça, levanta mas não sai da dança
Tropeça, levanta e não sai da dança

Eu sou diferente, igual a todo mundo
Sem Você eu não sou ninguém
Eu sou igual a todo mundo...

Às vezes é mais fácil
Fazer de conta que tá tudo bem
Mas você sabe que eu não sou o superman

Eu sou diferente, igual a todo mundo
Sem Você eu não sou ninguém
Eu sou igual a todo mundo
Não existe superman

Quinta-feira, 13 de Março de 2008

Josimar Bianchi Todos são iguais

Outra amostra de arte nesse desafio ou dueto de trompete de boca e sax. Assistam

Quarta-feira, 12 de Março de 2008

Josimar Bianchi

Um musico mto bom de Minas que vem surpreendendo a todos. Escute leitura fantástica dessa canção.

Texto de Abertura - Lançamento cd Mpb Black - Mpb, soul e adoração - Ramon Goulart e Jaiminho Silva - Bhte/MG

Boa noite!
Senhor Deus, agradeço por tua presença, agradeço a todos que nos prestigiam nesta noite.
Meu nome é Fernanda, sou historiadora, professora e mulher virtuosa!
Numa sociedade que nos impõe tantos craus, créus e credos, é um privilégio estar aqui para desfrutar de uma música com qualidade.
A música! Ah, a música! ... Deus sabe o que é bom, por isso além de nós, mulheres, também criou a música, para os homens estarem sempre em boa companhia.
A palavra música vem do grego “arte das musas”. É uma das mais importantes artes. A História também era uma musa, a musa que proclamava. E o meu desafio hoje é falar da bela Música Popular Brasileira.
Não há como falar da música brasileira sem falar do povo brasileiro.
Nossa terra, antes de ser chamada Brasil e de ser invadida ou “descoberta”, era então habitada pela música, que estava presente nos mais variados povos que aqui viviam e foram, erroneamente, chamados pelos europeus de “índios”.
A dominação portuguesa não foi somente territorial, mas perpassou a imposição de uma catequização dos costumes e da cultura. Nesse processo de extermínio, nunca saberemos medir o quanto das culturas indígenas foram perdidas, ou quanto ainda sobrevive no acelerado processo de globalização.
A dominação indígena não se mostrou adequada à empresa portuguesa, por isso cruzaram o Atlântico e para cá trouxeram uma miríade de povos africanos escravizados.
A cultura e a música sempre representaram para os negros uma forma de resistência cultural. A estreita convivência entre brancos e africanos, entre casa grande e senzala, nem sempre foi tão democrática, como queria Gilberto Freire.
Nesses quatrocentos anos de escravidão, coexistiram o sagrado e o profano, mas se sabia qual era o lugar da cultura oficial e a marginal. Mas a música é também rebelde, e como os brasileiros, tem o seu jeitinho de se infiltrar e romper os limites estabelecidos.
No final do século XIX, e na década de 1870, o movimento abolicionista se tornou forte no Brasil, dele tomaram parte inclusive brancos, alguns defendiam que os negros maculavam a cultura branca com seus “vícios”; leia-se costumes, religião e música também.
A maneira como a abolição foi feita, indenizando os brancos, legou aos afrodescendentes o desafio de conquistar a condição de cidadania.
O negro e sua cultura continuaram a ocupar um lugar secundário a ponto de alguém participar de uma roda de samba ser visto como contraventor até os anos 20.
Nesta transição para o século XX, uma mulher merece destaque por sua ousadia: Chiquinha Gonzaga, que deixou as amarras das convenções sociais e subiu o morro para casar a herança portuguesa e a negra, gravando os primeiros choros e sambas, “ô abre alas porque a música quer passar”.
Só nos anos 30 Getúlio, populista, queria se mostrar popular, e nada melhor do que eternizar o Brasil por meio do samba.
“Brasil, meu Brasil brasileiro... Meu mulato inzoneiro, vou cantar-te nos meus versos...”
Tudo isso ocorreu dentro de um espírito modernista, que rompia com aquela cultura tradicional que macaqueava França e Europa e agora buscava se reencontrar.
Os artistas brasileiros conheceram na Europa o modernismo e suas várias correntes, seja o surrealismo de Dali, o cubismo de Picasso, e outros. E propuseram então uma ANTROPOFAGIA, ou seja, canibalizar a cultura estrangeira para alimentar a NOSSA cultura nacional de “alma parda tupiniquim que exclama adiante!”.
Tivemos um segundo acesso antropofágico, mas desta vez absorvemos a cultura americana, “isso é BOSSA NOVA”, “olha que coisa mais linda, mas cheia de graça, é essa menina”... a música, que nos faz conhecidos como brasileiros por onde é tocada.
Mas os ventos de liberdade duraram pouco. Em 64, um golpe fatal. Mas a música habitando os jovens ousou continuar... “caminhando contra o vento, sem lenço, sem documento”.
Aqui, a música se torna a arma e a esperança daqueles que combatem a ditadura militar, e dizem “hoje você é quem manda, falou tá falado, não tem discussão”. Mas “apesar de você, amanhã há de ser outro dia”.
Com esse caráter político ou até revolucionariamente apolítico como os tropicalistas, este estilo marcou pra sempre a história da música, constituindo o que hoje chamamos “MÚSICA POPULAR BRASILEIRA”.
Nos anos 80, a nova república democrática abre espaço ao movimento black mostrando novos ritmos, “this is the thriller...”. Surgiram por aqui o break, o hip-hop, o rap, o axé e outros deliciosos ritmos black.
Nos anos 90 e nesse início de milênio, internet comercial, globalização, as minorias se mostram pela música, e na diversidade de músicas, de culturas e povos nos descobrimos como humanos, terráqueos, responsáveis pelo meio-ambiente, que começa em cada um e compreende todo o universo, e desse microcosmo humano ao macrocosmo celestial, a música é sempre um grande presente. Pausa......
Bem, Rubem Alves diz que um nutricionista sabe das propriedades dos alimentos, mas o cozinheiro é quem entende da alquimia de combiná-los para fazer o paladar bem SENTIR.
Da mesma forma, o historiador pode saber da música, despi-la, mas só os músicos é que podem nos envolver e nos fazer SENTIR por meio dela.
Por isso, depois dessa viagem pela história da música, vamos voltar para o presente, e o presente pra vocês é desfrutar do MPBBLACK!
Os líderes desse lindo projeto são Jaiminho Silva, músico profissional, voz prodigiosa, verdadeira e bela black soul. E também Ramon Goulart, artista, desenhista, pastor, teólogo e... músico! Convido vocês a subirem ao palco para nos fazer vibrar com a música.
SALVA DE PALMAS
RAMON E JAIME TOMAM SEUS LUGARES.

Fernanda Gouveia – Professora de História do Colégio Magnum, especialista em História da Ciência (UFMG) e Gestão de Projetos Educacionais (UNA). www.historiamagnum2008.blogspot.com

(extraído do Blog Teologia e Arte)



Segunda-feira, 10 de Março de 2008

Ron Kenoly - Use Me

Linda canção e tbem minha oração atual.

Domingo, 9 de Março de 2008

A noite pode ser boa (2) Ou acabar com vc

Como sugestão indireta através de um comentário do Rap.

Domingo, 24 de Fevereiro de 2008

Dc Talk- In The Light

Domingo, 3 de Fevereiro de 2008

ALVIN SLAUGHTER - WHEN WE ALL GET TO HEAVEN

Musica contagiante na voz de ALVIN SLAUGHTER.

Quarta-feira, 23 de Janeiro de 2008

Projeto Setima Arte

Apresentando Sétima Arte

Este "Post" tem a intenção de apresentar um pouco sobre um grupo com origem em 1999, o Sétima Arte. Este grupo sobreviveu a tempos difíceis e hoje mais experiente, estão preparando o terceiro CD. Antes lançaram dois CDs - "Acalento" e "Pra Te Adorar". Em um tempo que fazer CD e ter um propósito era mais árduo, esse grupo tinha um compromisso com a missão da Igreja.

Este terceiro CD é fruto de uma vitória conquistada no Festival de Musica Gospel chamado Festisemani 2007. Este festival que aconteceu em Belo Horizonte, premiou aos vencedores uma Gravação de CD + 5.000,00 reais em dinheiro + mais um patrocínio no Canais de Comunicação da Igreja Batista Getsemani.

Vivendo Este Tempo

Sabemos que é um momento importante e de transição, por isso queremos
aproveitar para convergirmos toda a nossa estrutura, assim propor e submeter aos
princípios da visão de Jesus. Como cristãos, reconhecemos completamente a mão de Deus direcionando todo este projeto, e nisto cremos, que a somos instrumentos preciosos para
que todos os planos do próprio Deus venham se cumprir em nossas vidas.

Missão Setima Arte

A Missão do 7th Arte é "primar pela excelência das musicas como arte da missão da Igreja, oferecendo serviços voluntário no campo da Ação Social. Visamos levar a palavra de Deus através das canções e assim alcançar os corações daqueles que são necessitados. Não focamos em apenas a um público específico, mas cumprindo o chamado Universal do Ide.

Nesta visão justifica toda nossa motivação. Visualizamos a necessidade de organizar toda a estrutura dentro daquilo que discernimos como Arte da Missão da Igreja. Amamos a música incondicionalmente, Apreciamos a boa Arte, sonhamos com as promessas de Deus para todo grupo, mas toda nossa motivação esta alicerçada na missão da Igreja do Senhor Jesus em nossos corações.

Em Breve o CD

Estamos no processo de Arranjos e Produção para finalizarmos em estúdio. Fase cuidadosamente analisada e discutida. Usamos um pouco da influencia de cada integrante. Assim, queremos construir um CD enxuto e moderno que nos identifica perante a todos os ouvintes, desde pessoas que não entendem música até propriamente os músicos. Crianças, Jovens e Velhos.

Como somos independentes, o trabalho é um pouco mais lento do que o normal. Mesmo com esse fator, cremos que até meados de Julho este CD estará pronto e será lançado em BH. A medida em que desenvolvermos este trabalho, estaremos estudando o lançamento do CD em outras regiões. De qualquer forma contamos com a oração dos irmãos para que tudo corra dentro do planejado.

Em breve o CD.

Sexta-feira, 18 de Janeiro de 2008

Third Day - God of Wonders - Deus de Maravilhas

Não quero nenhuma ação de mim mesmo...
A essência não vem de mim.
Merecer?.. Só posso:

- Descansar e esperar...
Naquele desejo pretenso de ouvi-lo... Quem? O Deus de Maravilhas!

Com sua doce voz que meus ouvidos necessitam.
Só por essa noite reconhecer o Maravilhoso Deus por ser Deus Maravilhoso...
Ali...bem ali, sou compreendido por aquela Paz... Que excede, Sabe?
Não Sabe... Então abra o seu coração. [...E deixe...] O único trabalho é descansar
Ele se revelará... Não como vc quer, mas como é preciso... Eu preciso.

Quarta-feira, 16 de Janeiro de 2008

“Deixa ir os meus Músicos!”

Uma das maiores necessidades da igreja brasileira hoje é a de música cristã profana. Precisamos de música cristã que não fale de Deus. Não que falar de Deus não seja importante; mas às vezes tenho a impressão de que falamos demais de Deus, quase a ponto de tomar seu nome em vão. Falamos tanto porque estamos preocupados com a sua ausência; será que falamos para ocultar a sua ausência?

Falar de Deus é essencial: “como crerão, se não ouvirem?”. Tão importante quanto falar sobre Deus, no entanto, é falar a partir de Deus; e quando falamos a partir de Deus, não precisamos, necessariamente, usar o nome de Deus – o livro de Ester conta uma belíssima história sem usar o nome de Deus nem uma única vez, e essa história se tornou parte do cânon judaico-cristão, como narrativa divinamente inspirada.

A questão, pois, é se temos a graça de contar a história do modo correto, de narrar a vida sob a luz do evangelho. Precisamos de música que não fale de Deus, mas que fale a respeito da vida, das flores, do amor, da política, e das crianças, sob a luz do evangelho; precisamos de música que fale sobre o mundo, mas a partir de Deus.

Além disso, precisamos de música, simplesmente. Música que signifique Deus por sua beleza, e que mostre a sua glória sem palavras. A música pode ser narrativa, mas não precisa ser – a música não precisa de justificativas além da sua própria existência porque, afinal, Deus não precisa dar explicações sobre a razão de sua criação. Quem pode pôr em dúvida a beleza da música? Quem pode pôr em dúvida o amor do homem pela beleza da música? E quem pode pôr em dúvida a origem divina de toda boa dádiva, e de todo dom perfeito?

Quem és tu, ó pastor evangélico, para discutires com Deus? Pode a coisa feita desafiar seu Criador, perguntando-lhe: “Por que me fizeste assim?” Ou terás a ousadia de reprovar o inventor da beleza, por ter criado homens que amam a música pela música, mesmo quando não tem uma razão bíblica para desfrutá-la? Acusarás a Deus de ser o tentador do homem? Atribuirás a Satanás a arte de Mozart, de Wagner ou de Villa-Lobos? Consumados estes absurdos, que mais restará senão reprovar também a beleza das flores e o canto do sabiá? Por causa de Israel o nome de Deus foi blasfemado entre os gentios; mas por causa de ti a música cristã afunda nas trevas da feiúra estética.

Não me esqueço do dia em que um diácono da minha igreja – um homem grande, sério, que detestava livros mais do que qualquer coisa na vida – me chamou para uma conversa séria, “de homem pra homem”. Este diácono – não sei se no corpo ou fora do corpo, Deus o sabe – me aconselhou a desistir de ser músico profissional. “Porque” – dizia ele – “este meio artístico é muito sujo... Tem muita p., e um crente verdadeiro não se mete com p. Quando tem muita p. num lugar a gente tem que sair”. E, de fato, eu saí rapidamente de perto dele. Acho que em poucas ocasiões eu ouvi tantas vezes a palavra "p...".

Os músicos cristãos precisam de libertação – não da música “do mundo”, mas da música “da igreja”. Precisam ser libertados do jugo dos pastores e dos crentes legalistas, que exigem qualidade nas noites de domingo, mas que proíbem estes músicos de se profissionalizarem, e fecham o mundo da música a uma ação cristã redentiva.

extraído do blog Idéia Fiksa

O Cego de Jericó

A tampa da chaleira vai voar.... Welbert e Cristiano, da pra ensinar essa música na Igreja. É dificil ficar parado!! Hahaha

União de Blogueiros Evangélicos

Selo UBE