quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Estamos entendidos?

Mudei o foco da minha vida. Não apenas a forma como a vejo, mas como especificamente vivo. E vivo pensando nisso: - Se o pardal encontrou casa e andorinha ninho para si, eu os teu altares. E o que seria altares? O lugar onde estamos diante de Deus para renunciarmos quem somos e reverenciarmos pelo Aquilo que Ele é ou seria o beneficio onde Deus permite que minha vida sem nenhuma liturgia ou doutrina possa cultuá-lo. Basicamente penso nas duas idéias e completo com o enfoque feito na idéia destes passaros citados, ou seja, nos altares é que devemos fazer nossa casa.

Visualizando o conceito de casa, tenho a sensação de conforto e privacidade, onde podemos ser "nos mesmos". E neste angulo, impossível é não perceber como complicamos nossas vidas nesse sentido. Ainda mais quando leio e releio este texto, onde o salmista apresenta com simplicidade a dimensão do cuidado de Deus. Lembro daquele texto de Mt 6 que diz o próprio Salomão no auge de sua glória não se vestiu como um deles. Sabe quem é um deles? Lirios do Campo. Quando vejo tenho a sensação exata que Deus esta pronto cuidar e não para impor um monte de disciplinas na vida de alguem, antes nos propor o melhor não por barganha, mas porque é natureza de Deus. Deus é eficientemente amoroso e simples.

Nas muitas porções da minha vida reflito a seguinte a idéia: "Sou uma pessoa imperfeita tentando ajudar gente imperfeita". Tento ajudar da forma mais simples possível. De certa maneira lembrar de mim mesmo, de minhas imperfeições e assim compreender porque as pessoas são tão volúveis e diferentes. Muitos devem perguntar: Como alguem que tem problema poderá ajudar? Tenho vários argumentos para responder, porém lembro-me de Davi que foi considerado homem segundo coração de Deus, autor de vários salmos e notoriedade na Bíblia, e ainda assim ele tinha defeitos assustadores. Chega a ser comum, encontrar nas histórias bíblicas imperfeições humanas e o amor do Senhor sempre compreendendo e mudando a história da humanidade. Por que seria diferente hoje.

Concordo que há aqueles que aproveitam da idéia de humanidade imperfeita para se deleitar no pecado. Enganam a si mesmo com a desculpa de que a carne é fraca e que não suporta tentações. Ser cristão sem esforço é facil demais. É viver adptando tudo ao seu contexto. A esses, posso apenas dizer que o Evangelho sem mudança de vida não é o Evangelho de Cristo.

Tbem gosto de lembrar que o evangelho é para as pessoas e não instituições. Viver intensamente para Deus é construir algo de acordo a identidade que ele te deu. Se musico, musica. Se escritor, a escrita. Se pregador, a mensagem. Se cristão, Cristo. Fazer do seu dom seu ministério. Ou seja, O talento é o primeiro sinal do que Deus espera de vc.

Acrescento a idéia de que existe uma universalidade no Ministério de Jesus que independia dos dons. Servir pessoas. Jesus sempre ajudava independente se as pessoas iriam segui-lo ou não. E isso nos falta. Virou uma deficiencia. Nos comportamos como o jovem rico. Pois na maioria dos cristãos, fazer o bem é uma forma mascarada de alguma outra intenção. Algumas politicas, outras por vaidade e outras por um tipo de barganha que não sei explicar. Talvez seja por isso que hoje encontramos um ambiente cristão confuso. Onde pessoas entendem que a graça é passe-livre para pecar. Onde o talento pode ser usado para próprio bem, onde a glóra do seu dom pode ser divido com Deus.

Vejo que existe uma linha muita pequena que separa a idéia de julgamento entre entre pessoas e seus frutos. Muito dificil interpretar alguem quando se tratam dos juízos que fazemos de pessoas com seus credos, classes, cor, opções sexuais, etc. Há uma inversão nisso, pois podemos discutir, refletir, orientar, porém nunca poderemos julgar pessoas. Julgar é se por na posição de juíz, e isto implica em ter toda a ciencia e compreensão dos fatos. Nossa limitação não permite. Porém a nós cabe conhecer e prosseguir em conhecer, e como citado, orientar. A nós cabe a assumir a posição de Deus para as nossas vidas. Por isso, as posições que tenho tomado ao longo de minha vida se basea na leitura cristã que faço. Deus é quem toma as decisões, eu apenas a sigo. Sirvo a Deus e não a minha própria causa.

Estamos entendidos?

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Clonagem Gospel?



Extraído do Blog Mente Livre

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Não quero ser apóstolo

Os pastores possuem um fino senso de humor. Muitas vezes, reúnem-se e contam casos folclóricos, descrevem tipos pitorescos e narram suas próprias gafes. Riem de si mesmos e procuram extravasar na gargalhada as tensões que pesam sobre os seus ombros. Ultimamente, fazem-se piadas dos títulos que os líderes estão conferindo a si próprios. É que está havendo uma certa, digamos, volúpia em pastores se promoverem a bispos e apóstolos. Numa reunião, diz a anedota, um perguntou ao outro: “Você já é apóstolo?” O outro teria respondido: “Não, e nem quero. Meu desejo agora é ser semi-deus”. Apóstolo agora está virando arroz de festa e meu ministério é tão especial que somente este título cabe a mim”. Um outro chiste que corre entre os pastores é que se no livro do Apocalipse o anjo da igreja é um pastor, logo, aquele que desenvolve um ministério apostólico seria um “arcanjo”.

Já decidi! Não quero ser apóstolo! O pouco que conheço sobre mim mesmo faz-me admitir, sem falsa humildade, que não eu teria condições espirituais de ser um deles. Além disso, não quero que minha ambição por sucesso ou prestígio, que é pecado, se transforme em choça.

Admito que os apóstolos constam entre os cinco ministérios locais descritos pelo apóstolo Paulo em Efésios 4.11. Não há como negar que os apóstolos foram estabelecidos por Deus em primeiro lugar, antes dos profetas, mestres, operadores de milagres, dons de curar, socorros, governos, variedades de línguas. Mas, resigno-me contente à minha simples posição de pastor. Já que nem todos são apóstolos, nem todos profetas, nem todos mestres ou operadores de milagres, como consta na epístola aos Coríntios 12.29, parece não haver demérito em ser um mero obreiro.

Meus parcos conhecimentos do grego não me permitem grandes aventuras léxicas. Mas qualquer dicionário teológico serve para ajudar a entender o sentido neotestamentário do verbete “apóstolo” ou “apostolado”. Usemos a Enciclopédia Histórico-Teológico da Igreja Cristã, das Edições Vida Nova: “O uso bíblico do termo “apóstolo” é quase inteiramente limitado ao NT, onde ocorre setenta e nove vezes; dez vezes nos evangelhos, vinte e oito em Atos, trinta e oito nas epístolas e três no Apocalipse. Nossa palavra em Português, é uma transliteração da palavra grega apostolos, que é derivada de apostellein, enviar. Embora várias palavras com o significado de enviar sejam usadas no NT, expressando idéias como despachar, soltar, ou mandar embora, apostellein enfatiza os elementos da comissão – a autoridade de quem envia e a responsabilidade diante deste. Portanto, a rigor, um apóstolo é alguém enviado numa missão específica, na qual age com plena autoridade em favor de quem o enviou, e que presta contas a este”.

Jesus foi chamado de apóstolo em Hebreus 3.1. Ele falava os oráculos de Deus. Os doze discípulos mais próximos de Jesus, também receberam esse título. O número de apóstolos parecia fixo, porque fazia um paralelismo com as doze tribos de Israel. Jesus se referia a apenas doze tronos na era vindoura (Mateus 19.28; cf Ap 21.14). Depois da queda de Judas, e para que se cumprisse uma profecia, ao que parece, a igreja sentiu-se obrigada, no primeiro capítulo de Atos, a preencher esse número. Mas na história da igreja, não se tem conhecimento de esforços para selecionar novos apóstolos para suceder àqueles que morreram (Atos12.2). As exigências para que alguém se qualificasse ao apostolado, com o passar do tempo, não podiam mais se cumprir: “É necessário, pois, que, dos homens que nos acompanharam todo o tempo que o Senhor Jesus andou entre nós, começando no batismo de João, até ao dia em que dentre nós foi levado às alturas, um destes se torne testemunha conosco da sua ressurreição” (Atos 2.21-22).

Portanto, alguns dos melhores exegetas do Novo Testamento concordam que as listas ministeriais de I Coríntios 12 e Efésios 4 referem-se exclusivamente aos primeiros e não a novos apóstolo.

Há, entretanto, a peculiaridade do apostolado de Paulo. Uma exceção que confirma a regra. Na defesa de seu apostolado em I Coríntios 15.9, ele afirmou que foi testemunha da ressurreição (vira o Senhor na estrada de Damasco), mas reconhecia que era um abortivo (nascido fora de tempo). “Porque sou o menor dos apóstolos, que mesmo não sou digno de ser chamado apóstolo, pois persegui a igreja de Deus” (15.10). O testemunho de mais de dois mil anos de história é que os apóstolos foram somente aqueles doze homens que andaram com Jesus e foram comissionados por ele para serem as colunas da igreja, comunidade espiritual de Deus.

O que preocupa nos apóstolos pós-modernos é ainda mais grave. Tem a ver com a nossa natureza que cobiça o poder, que se encanta com títulos e que fez do sucesso uma filosofia ministerial. Há uma corrida frenética acontecendo nas igrejas de quem é o maior, quem está na vanguarda da revelação do Espírito Santo e quem ostenta a unção mais eficaz. Tanto que os que se afoitam ao título de apóstolo são os líderes de ministérios de grande visibilidade e que conseguem mobilizar enormes multidões. Possuem um perfil carismático, sabem lidar com massas e, infelizmente, são ricos.

Não quero ser um apóstolo porque não desejo a vanguarda da revelação. Desejo ser fiel ao leito principal do cristianismo histórico. Não quero uma nova revelação que tenha sido desapercebida de Paulo, Pedro, Tiago ou Judas. Não quero ser apóstolo porque não quero me distanciar dos pastores simples, dos missionários sem glamour, das mulheres que oram nos círculos de oração e dos santos homens que me precederam e que não conheceram as tentações dos mega eventos, do culto espetáculo e da vã-glória da fama. Não quero ser apóstolo, porque não acho que precisemos de títulos para fazer a obra de Deus, especialmente quando eles nos conferem estatus. Aliás, estou disposto, inclusive a abrir mão de ser chamado, pastor, se isso representar uma graduação e não uma vocação ao serviço.

Não desdenho as pessoas, sinto apenas um enorme pesar em perceber que a ambiência evangélica conspira para que homens de Deus sintam-se tão atraídos a ostentação de títulos, cargos e posições. Embriagados com a exuberância de suas próprias palavras, crentes que são especiais, aceitam os aplausos que vêm dos homens e se esquecem que não foi esse o espírito que norteou o ministério de Jesus de Nazaré.

Ele nos ensinou a não cobiçar títulos e a não aceitar as lisonjas humanas. Quando um jovem rico o saudou com um “Bom Mestre”, rejeitou a interpelação: “Porque me chamas bom? Ninguém é bom senão um, que é Deus” (Mc 10.17-18). A mãe de Tiago e João pediu um lugar especial para os seus filhos. Jesus aproveitou o mal estar causado, para ensinar: “Sabeis que os governadores dos povos os dominam e que os maiorais exercem autoridade sobre eles. Não é assim entre vós; pelo contrário, quem quiser tornar-se grande entre vós, será esse o que vos sirva; e quem quiser ser o primeiro entre vós será vosso servo; tal como o Filho do Homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate de muitos” (Mateus 20.25-28).

Os pastores estão se esquecendo do principal. Não fomos chamados para termos ministérios bem sucedidos, mas para continuarmos o ministério de Jesus, amigo dos pecadores, compassivo com os pobres e identificado com as dores das viúvas e dos órfãos. Ser pastor não é acumular conquistas acadêmicas, não é conhecer políticos poderosos, não é ser um gerente de grandes empresas religiosas, não é pertencer aos altos graus das hierarquias religiosas. Pastorear é conhecer e vivenciar a intimidade de Deus com integridade. Pastorear é caminhar ao lado da família que acaba de enterrar um filho prematuramente e que precisa experimentar o consolo do Espírito Santo. Pastorear é ser fiel à todo o conselho de Deus; é ensinar ao povo a meditar na Palavra de Deus. Ser pastor é amar os perdidos com o mesmo amor com que Deus os ama.

Pastores, não queiram ser apóstolos, mas busquem o secreto da oração. Não ambicionem ter mega igrejas, busquem ser achados despenseiros fieis dos mistérios de Deus. Não se encantem com o brilho deste mundo, busquem ser apenas serviçais. Não alicercem seus ministérios sobre o ineditismo, busquem manejar bem a palavra da verdade; aquela mesma que Timóteo ouviu de Paulo e que deveria transmitir a homens fieis e idôneos que por sua vez instruiriam a outros. Pastores, não permitam que os seus cultos se transformem em shows. Não alimentem a natureza terrena e pecaminosa das pessoas, preguem a mensagem do Calvário.

Santo Agostinho afirmou: “O orgulho transformou anjos em demônios”. Se quisermos nos parecer com Jesus, sigamos o conselho de Paulo aos filipenses: “Tende o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, pois ele subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz” (2.5-8).

Soli Deo Gloria

Ricardo Gondim

domingo, 7 de dezembro de 2008

Homossexualismo - Algumas considerações

Fico entristecido e assustado ao perceber como tornou-se difícil emitir qualquer opinião sobre este assunto. Independente da idéia de perseguição, todo o ambiente envolto acerca deste assunto mostra alienação e deturpação de como as pessoas veem os homossexuais e como os próprios homossexuais se veem. Parte disso, se deve ao um apoio injustificado da mídia, onde criam uma confusão ao exigir tratamento diferenciado com base na tentativa de impor uma lei que nenhuma outra classe até hoje ja gozou.

Recebi alguns comentários no meu blog, todos publicáveis, de pessoas que diretamente ou indiretamente estão envolvidos nesse meio. Chama-me muita a atenção o fato das similares incidências entre uma experiência e outra. E por isso, tenho relevado muita coisa ao pensar sobre este assunto, pois não quero ser mal interpretado e gerar indiretamente uma imagem legalista e inacessível. Sempre enxerguei uma necessidade de um trabalho mais cuidadoso com essa turma, mostrando Jesus como alguem que Ele realmente é - Completamente acessível a todos. Isso não signifique que Ele (Jesus) seja complacente com qualquer erro premeditado e consciente que nos afaste de Deus. Não, Cristo nao é. Ele é perdoador, porém a sua benevolência não é complacência. A idéia desta reflexão tbem é mostrar que Jesus pelas características que se apresentam em toda Escritura, não é condescendente com o pecado.

Sitiando

Quando estabelecemos um parâmetro, estabelecemos uma referencia, que por fim acaba se tornando um pre-requisito para nos encontrarmos. Não que isso seja um formato para servir a Deus, mas uma ponderação acerca do que Bíblia diz. E a Bíblia sim é o começo para alguem se considerar servo de Deus. E a mesma apresenta exigencias que se inicia em um entrega de vida sem reservas. Ou seja, ser dependente totalmente Dele.
A palavra de Deus se apresenta muito clara no desejo de sermos a imagem e semelhança de Deus. Com o pecado desviamos deste proposito, por isso a vontade desejavel daquele que nos criou é voltarmos a essencia. Para isso, necessário é restaurar as coisas. Restaurar qualquer disturbio de identidade, trauma e todas as coisas que sejam diferentes daquela que é a plena Vontade diretiva de Deus para a humanidade. O desejo de Deus é a restauração Plena.

Infeliz Imposição
Neste assunto, quero tbem apontar essa "infeliz" necessidade que outros tem de exigir algo imposto tbem para o Cristão. Não impomos nosso modo de viver, apenas é proposto a Cristandade modelada por nossa crença na bíblia como escritura sagrada. Pois, se gozamos de um contexto onde Cristo é a Centralidade, naturalmente iremos crer que o propósito natural criado por Deus faz parte de um principio estabelecido para o homem e para a mulher. E nisto passa ser questão de obediência, pois aquele que quiser seguir a Jesus precisa se posicionar de acordo com Bíblia, lendo e interpretando todas as situações inclusive a do homossexualismo. João 14:23,24 Quem não me ama, não guarda as minhas palavras; ora, a palavra que estais ouvindo não é minha, mas do Pai que me enviou
Desgasta muito ter que dar explicações quando o assunto em discussão ja esta definido a luz das escrituras. Não existe uma outra alternativa que permita, justifique ou mesmo explique o homossexualismo como outra coisa que não seja pecado. É Simples assim...

Impressões

Ainda externando minhas impressões quando convivi com homossexuais, posso dizer que em todos, por acompanhar de perto, fiquei com a sensação de que a "atmosfera" do homossexualismo na vida deles, criou e cria nos mesmos um imenso disturbio. São pessoas fugindo de si mesmas, da familia, da igreja, mudando o seu modo natural, inquietos, ansiosos exageradamente e tendo modos agressivos. No caso dos mais esclarecidos, tbem os mais dificeis de lidar, eles consideram que isso faz parte da identidade. Isso é extremamente persuasivo e atraente, porém interfere diretamente na personalidade da pessoa mudando o modo natural e permitindo a idéia de que o amor justifique qualquer coisa. Eles acreditam que amor justificaria a causa. Sonham em encontrar alguem que compartilhe esse amor, de certa forma sonham em viver um romance. Como se o amor tivesse essa capacidade de burlar leis espirituais ou mesmo a vontade de Deus. Só que alem de contrariar diretamente algumas passagens bíblicas que condenam o homossexualismo, indiretamente cultuam o amor e não a Deus. Esse é problema, pois Deus foi específico nas escrituras e só conhecemos o amor por intermedio Dele.

Por fim, a bíblia é a palavra de Deus. E a extensão e o cumprimento dela são aqueles que a seguem como as instruções personalizadas por parte de Deus.

Banda 7th Arte

Esse era um daqueles casamentos que eu achava que seria eterno. Banda de amigos, muita gente talentosa e foco em comum... Até que um dia percebemos que o foco não é o mesmo. E que na amizade e objetivos propostos pelo grupo, existia mais interesse do que propriamente o fator fidelidade. Infelizmente nesse caso, aqueles que eram amigos não eram amigos.

Apesar das premiações que conquistamos juntos, o compromisso com aquilo que nos motiva a ter um ministério musical, ou seja Jesus, ja não era o combustível que motivava alguns dos nossos. Nessa eu perdi... Ainda bem que ainda existia tempo para aprender e mudar. Foi bom e eterno enquanto durou, mas eu prefiro me motivar em Cristo somente, e deixar que as outras cosias sejam conseqüências da vontade Dele... Que Deus abençoe ao grupo e que eles se encontrem naquilo que propuseram.

União de Blogueiros Evangélicos

Selo UBE