Estava pesquisando na parte da tarde assuntos para abordar no blog, e de imediato, percebi que os temas mais tratados com relação aos evangélicos são aqueles envolvem sencionalismos. Vídeos, matérias, artigos, noticias, etc - tudo regado ao velho marketing manipulado da informação. Parece que assunto da moda são os crentes, e pior, o que dá mais "ibope" são os escândalos em que estão envolvidos sejam com exagero, ou apelo emotivo produzido para criar a indignação.
Conviver com este tipo de nóticia gera insensiblidade. Semelhante ao agente que recolhe os corpos em beira de estrada e ja se tornou insensível com seu trabalho. A imagem de um pessoa morta ja não o comove como antes. Acostumar com máterias exageradas e apelativas pode causar insensibilidade para reconhecer a astucia do Diabo em nossos dias. O inimigo se manifesta de todas as formas, seja em uma ação direta ou indireta. E uma delas é nos tornar crentes sem amor e sem reconchecimento genuíno do que Deus nos orienta a fazer e da mudança que orientação de Deus pode nos trazer.
Repare: Hoje falamos e damos mais valor a objetos, psicologia, polemicas, erros, bens e qualquer outra coisa do que propriamente Jesus , Evangelho e as pessoas. Esta história, pelo menos para consciencia Cristã, tem que ser mudada.
Devemos refletir mais sobre isso!
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Daniel Moreira
Quinta-feira, 3 de Abril de 2008
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2 comentários:
às vezes me pergunto até que ponto é sensacionalismo e até que ponto existe muito mais pilantragem e ventos de doutrina, mas que ainda não foram revelados...
É sério... isso é algo que me atormenta.
Sem dúvida que o Diabo usa os meios de comunicação, mas a reação que temos ao ler uma notícia é nossa e de ngm mais...
Ao ler estas coisas, que não banalizemos o conteúdo... ao contrário, que a nossa indignação possa nos levar a posturas de purificação e santificação, nossas e da igreja.
O texto é meio direcionado aos evangélicos que entram na onda de personagens como "ratinhos", "datenas" e outros que existem por ai... Fazem um estardalhaço de notícias sem se preocupar em diferenciar o verdadeiro contexto das coisas.
É bom que fique claro que exortar é uma coisa, falar mal é outra. Paulo exortava a igreja em vários momentos, mas nunca ousou nenhum juízo infamatório sobre pessoas. Nos denunciamos movimentos, insanidades, heresias e qualquer coisa que venha ferir principios, mas nunca citamos nomes para fazermos juízos. Qualquer juízo pertence a Deus.
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