sábado, 15 de março de 2008

Exclusão e excomunhão: há diferença?

Por Jaime Nunes Mendes


No Brasil a exclusão social é fato incontestável

Excomunhão (do latim “excommunicatio”) é o ato de excomungar, amaldiçoar, anatemizar, condenar. Na prática, significa o afastamento ou eliminação de um fiel do gozo de todos ou de alguns benefícios religiosos, em conseqüência de um erro muito grave por ele cometido. Um exemplo histórico, diz respeito a Martinho Lutero, que foi excomungado pela Igreja Católica por pregar a justificação pela fé.

Já a palavra exclusão (do latim “exclusione”), embora possua também essa conotação, pode ser usada com outros sentidos. Exemplos: Ele foi excluído da lista dos convidados. No Brasil a exclusão social é fato incontestável. Na linguagem jurídica, indica o ato pelo qual uma pessoa é privada do exercício de determinada função. Exemplos: No Testamento, o pai declarou a exclusão do filho, na herança. / Por força da lei o candidato foi excluído da legislatura.

Por tradição, os evangélicos empregam a forma exclusão quando se trata do afastamento de um membro da igreja local. Exemplos: Por rebeldia, ele foi excluído da igreja. / Nas igrejas evangélicas, o adultério é motivo para exclusão.

(extraído do http://aleluia.com.br)

2 comentários:

Wagner Romanha disse...

Então brother, nem um nem outro; antes pelo contrario, rsrsrsrs...

Ae, a terminologia do NT é tipo "entregar à Satanás...".

Se nos lembrarmos do propósio embutido nesta "disciplina" radical, veremos que, nem uma nem outra são necessariamente adequadas pelo fato de que colocam um ponto final em uma história que ainda naõ terminou.

Sacou?

Jesus não "sonhou" com esta "igreja".
Com certeza este foi o Seu pesadelo.

Abração!!!!

Daniel disse...

Pois é... Vc tem razão!

O palhaço paulinho dizia muito uma coisa: Deus não tem lixeira. Ou seja, não exclui ninguem